É assim que se faz: primeiro, você libera um monte de imagens lindas, de encher os olhos, de fazer babar. Depois, lança vídeos de GC e vídeos de jogabilidade. Mais tarde, uma demo pra brincarmos um pouco. Por fim, lançam o jogo. Funcionou assim com Half-Life 2, está funcionando assim com F.E.A.R., S.T.A.L.K.E.R. (se bem quem ainda não temos a demo) e também com TimeShift, desenvolvido pela Saber Interactive e que será distribuído pela Atari somente no primeiro trimestre do ano que vem.
Mas de nada adianta tudo isso se o jogo não tem uma história envolvente e uma boa jogabilidade. Nesse quesito, pelo menos, TimeShift já tem um bom começo.
Num futuro distante, o mundo como conhecemos não passará de um sonho. Nossos descendentes nem chegarão a nascer. Nesse ambiente de incertezas, o governo americano convocou o coronel aposentado Michael Swift para testar dois dispositivos: um controlador do tempo chamado Quantum Suit, e uma máquina do tempo, chamada Quantum Transporter.
Porém, antes que os dispositivos pudessem ser testados, o laboratório onde eles estavam sendo guardados foi invadido por um homem mascarado e Swift foi enviado para o ano de 1900. Ao voltar para o seu presente, tudo está diferente. Agora, ele deve achar um modo de arrumar as coisas e o responsável pelas mudanças catastróficas ocorridas.
Além de ser um shooter de excelentes gráficos, por causa do dispositivo de controlar o tempo, o jogador sentirá um novo tipo de jogabilidade, onde podemos congelar o tempo, mudarmos as coisas sem sermos notado, e voltarmos à realidade. Os jogadores deverão, antes de tudo, aprender essas técnicas antes de realmente entrar na aventura em si (lembram das "areias do tempo" em Prince of Persia"?).
A poderosa engine gráfica, Saber3D, produzida especialmente para esse jogo garantirá a qualidade e texturas dos gráficos, belos efeitos especiais, principalmente nas viagens do tempo e também na hora em que congelamos o presente, Inteligência Artificial dos inimigos bem "inteligente", desafiando os mais experientes jogadores de FPS, uma variedade enorme de armas, desde pistolas, metralhadoras, rifles de plasma, granadas e armas que variam de acordo com a época onde o personagem principal está.
Com tudo isso, TimeShift terá boas horas de diversão, nas 35 missões singleplayer, cada uma com novos elementos, afinal, o coronel viajará para outras épocas e as coisas mudam, além de poder usufruir de toda essa tecnologia temporal contra adversários humanos no modo multiplayer, em rede local e também pela Internet.
Duro mesmo vai ser ficar esperando um tempo ainda para, pelo menos, jogarmos a demo de TimeShift,q eu também está sendo produzido para o Xbox.